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cadeiras e mesas de restaurante

Se tem um projecto de cafetaria ou restauração em mãos, quando estiver a pensar na disposição e no design, disponha as mesas do seu restaurante ou café apropriadamente, porque elas não só são as peças basilares para o design interior das secções do café ou restaurantes mas são também o ponto chave para o conforto visual dos seus clientes.

A abordagem que vai ter em relação às cadeiras e mesas desempenhará um grande papel no que diz respeito à aparência do restaurante/cafetaria. De facto, a disposição e a instalação dos assentos define também por vezes a cultura do espaço em si. O próprio design das cadeiras e das mesas também são bastante relevantes para a abordagem que quer ter ao restaurante ou café.

Dependendo do design por que optar, pode decidir ou influenciar qual será a estratégia do seu espaço para as pessoas que o frequentarão.

No entanto, o que precisa de compreender é o porquê da instalação das cadeiras e mesas ser tão importante:

mesas e cadeiras de restaurante

Porque é que as mesas e assentos da sua cafetaria ou restaurante são tão importantes?

Normalmente, as mesas e cadeiras são utilizadas para o conforto dos clientes. É nessas peças de mobiliário que depois de se sentarem, os clientes poderão descansar as pernas e os braços – pousando-os na mesa – para relaxarem.

Contudo, no que ao conforto diz respeito, é essencial verificar se as mesas não criam mais problemas para os clientes do que soluções. Um exemplo disso são as medidas das mesas que, em conjunto com as cadeiras, devem manter uma altura apropriada para que os clientes não fiquem a esbarrar nelas a qualquer movimento que façam.

Se o objectivo é ter um espaço que acolha os clientes e que prime pela hospitalidade, então não pode ignorar todos os factos que dirão respeito aos momentos e experiências que as pessoas passarão dentro do seu espaço, sendo que, na maior parte do tempo, sentadas.

Veja aqui 7 dicas para escolher mobília para o seu restaurante.

É verdade que a mobília de designers pode ser utilizada para realçar a beleza cénica do espaço, mas não podemos ignorar aqueles que são os principais objectivos do espaço. Desse modo, se olharmos para o café ou restaurante de um ponto de vista da gestão da hospitalidade, sabemos que todo o mobiliário do espaço precisa de ser tido em conta, e não só apenas de uma perspectiva estética.

Por exemplo, se quisermos melhorar ou alterar o conceito do espaço, fazê-lo parecer maior e mais amplo, mudar a disposição das mesas e cadeiras pode ser suficiente, mas mesmo assim, essas mudanças devem ser feitas de forma eficaz para garantir que a abordagem estética não é afectada.

Ao mesmo tempo, devemos garantir que a abordagem estética não se sobrepõe àquilo que falámos anteriormente – o conforto dos clientes. 

Queremos um espaço de restauração que entusiasme as pessoas, não queremos um museu. Se a estética da mobília se sobrepuser ao conforto, então poderemos ter muitas pessoas a entrar, mas poucas a permanecer – ou pelo menos a voltar.

O ideal é conseguir encontrar esse equilíbrio entre estética e conforto, e criar algo único que represente o ambiente que queremos transmitir às pessoas.

Mas na maioria dos casos, quando se quer fazer uma alteração estética os proprietários dos restaurantes apenas optam por alterar as cadeiras de uma disposição para outra, na tentativa de fazê-las parecer perfeitas.

Mas até que ponto deve ter-se em conta o ambiente?

Podemos pensar que a mudança ou diferença nas peças de mobiliário entre restaurantes e cafés não irá estorvar por aí além o ambiente do espaço se mantivermos o alinhamento apropriado da mobília. Porém, bem vistas as coisas, o ambiente num café e num restaurante é normalmente muito diferente, dada a variação do tipo de pessoas que os frequentam – podem até ser as mesmas pessoas mas em estados de espírito diferentes.

A atmosfera de uma cafetaria é muito mais descontraída em comparação com a de um restaurante. E não são apenas as cadeiras, mas também as mesas dos restaurantes que devem ser mencionadas neste aspecto.

Uma forma fácil de compreendermos essa diferença de ambiente é fazendo uma comparação entre as cadeiras. Por norma as cadeiras de restaurantes são mais pesadas do que as de café. E por isso mesmo é que as mesas as devem acompanhar. Não precisam necessariamente de ser mesas pesadas, mas pelo menos devem ser apropriadas o suficiente para suportar a “presença” das cadeiras.

Sejam cadeiras e mesas de café ou restaurante, no que à aparência diz respeito, elas devem ser colocadas de forma perfeita. (1) Adequadas ao que o espaço quer transmitir  (2) Alinhadas de forma apropriada (3) Criando um equilíbrio entre mesas e cadeiras, estética e conforto.

cadeiras para escritório

Se já deu uma vista de olhos na nossa loja sabe que temos uma grande variedade de produtos para espaços profissionais. O Mobiliário Para Escritório é uma das áreas em que a nossa oferta é vasta e que pode confundir as pessoas mais indecisas – ou que ainda não sabem bem o que querem – nas suas escolhas

Se é uma daquelas pessoas que sabe o que quer, então talvez este artigo não seja para si. Se pelo contrário procura cadeiras para escritório mas não se consegue decidir então nós vamos dar uma ajuda.

Mas antes de avançarmos vamos ter algumas coisas em conta:

Trabalhar num escritório implica normalmente passar muito tempo sentado na cadeira em posições que colocam a nossa espinha dorsal em stress. Por isso ao comprar cadeiras para o seu escritório deve vê-las como um investimento para a saúde, produtividade e bem-estar dos seus trabalhadores.

Por isso, na sua busca pela melhor cadeira possível – dentro do seu orçamento – reconheça a importância de escolher apenas cadeiras ergonómicas, que suportem a zona lombar e promovam uma boa postura.

De acordo com o site Spine Health não existe necessariamente “a melhor cadeira”, porém há algumas coisas a ter em conta que permitiram a cada pessoa adaptá-las às suas necessidades.

  1. Altura do Assento: A altura das cadeiras para escritório deve ser facilmente ajustável, sendo a forma mais fácil de o fazer com um nivelador pneumático. Uma cadeira em que o seu alcance varie entre os 40 e os 53 cm do chão deverá funcionar para a maioria das pessoas. Esta capacidade de ajustamento vai permitir que o utilizador da cadeira possa estar com os pés no chão, as coxas na horizontal e os braços ao nível da secretária.
  2. Largura e Profundidade do Assento: O assento deve ter largura e profundidade suficiente para dar um suporte confortável a qualquer pessoa. Normalmente 43 e 50 cm de largura é a medida “standard” e a profundidade deve ser suficiente para que o trabalhador possa encostar as costas no fundo da cadeira, enquanto deixa ainda cerca de 5 a 10 cm entre as costas do joelho e o assento. A inclinação da cadeira também deve ser ajustável.
  3. Suporte Lombar: Esta característica é muito importante. A zona lombar da nossa espinha dorsal faz uma curvatura para dentro, e ficar sentado durante muito tempo sem um suporte adequado para esta zona leva-nos tendecialmente a “derreter” no assento e coloca a zona inferior da espinha em tensão. Uma boa cadeira ergonómica deve ter uma zona lombar ajustável para que cada pessoa possa colocá-la de forma a ficar mais confortável.
  4. Material: O material do assento e das costas deve ser acolchoado o suficiente que nos permita estar confortáveis durantes longos períodos de tempo. Ter um tecido que “respire” é preferível a superfícies mais duras.

Dito isto, aprofundámos ainda a nossa pesquisa e encontrámos as 10 dicas de especialistas para escolher a melhor cadeira para o seu escritório:

  1. Boas Cadeiras de Escritório Têm Costas Completas – oferecem um suporte completo para as costas
  2. As Melhores Têm Assento Em Cascata – em que a frente faz uma curva para baixo, prevenindo que fique a bater atrás dos joelhos.
  3. As Articulações do Utilizador Devem Estar Confortáveis a 90º – segundo o Dr. Matt Tanneberg se as costas, joelhos e tornozelos não estiverem confortáveis num ângulo de 90º a cadeira não é adequada para a pessoa.
  4. A Importância do Estofo (Quanto Mais Respirar Melhor) – deve ser confortável ao toque se vamos ficar sentados muito tempo. Não queremos que crie irritação, comichão ou que aqueça demasiado o corpo.
  5. A Cadeira Deve Ser Ajustável – como já referimos antes
  6. O Ajustamento da Cadeira Não Deve Necessitar de Ferramentas
  7. Uma Boa Cadeira Suporta-nos Mesmo Que Não Tenhamos a Melhor Postura – isto é importante para evitar tensão nas costas e no pescoço, porque teremos sempre a tendência para nos sentarmos mal.
  8. O Assento Deve Ser Adequado Para O Encosto Funcionar – como já dissemos anteriormente, se o assento for muito grande ou a cadeira muito alta, mesmo com um suporte lombar os trabalhadores poderão ficar em esforço. Segundo a Universidade de Iowa, o que acontece nestes casos é que as pessoas têm tendência para se inclinar para a frente para que os pés toquem no chão, sobrecarregando assim a espinha dorsal.
  9. Cadeiras de Topo Devem Permitir o Movimento – segundo uma das maiores empresas de cadeiras ergonómicas (Herman Miller) o movimento e cadeiras que o encorajem ajudam a manter o fluxo de sangue e oxigénio no corpo. As melhores facilitam o movimento enquanto continuam a dar-nos suporte.
  10. Não Esquecer Os Nossos Braços e Ombros – segundo os quiropatas estes é um factor fácil de deixar passar mas é igualmente importante. Se tivermos de encolher os ombros para apoiarmos os cotovelos nos braços da cadeira, é um sinal óbvio de que esta não é a adequada.

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espaço colaborativo escritório

Em qualquer dia normal de trabalho existem milhões de pessoas que passam grande parte do dia no escritório – possivelmente mais horas até do que na sua própria casa.

Dito isto, uma das principais preocupações desses trabalhadores é sentir conforto e conveniência enquanto trabalham no escritório. Isto faz com que a missão de qualquer gestor seja providenciar aos seus trabalhadores um design que motive sensações positivas – felicidade, produtividade, colaboração e bem-estar no local de trabalho.

Jacob Morgan é um orador americano que fala sobre o futuro das organizações e escreveu o seguinte na Forbes:

Why should organizations invest in creating physical spaces that employees want to show up to? Well the answer seems like it should be simple common sense. For starters employee well-being is strongly correlated to employee productivity and performance and even a small shift in well-being can have a dramatic impact.

Porque é que as organizações deviam criar espaços físicos onde os empregados queiram aparecer? É esta a pergunta que Jacob começa por fazer. Segundo o próprio  resposta parece que devia ser senso comum. O bem estar do empregados está fortemente relacionado com a sua produtividade e desempenho. Até uma pequena mudança no seu bem-estar pode ter um grande impacto.

Não é preciso pensarmos muito para percebermos o porquê de ser assim. Como em qualquer outro sítio, quanto melhor nós nos sentirmos, mas gosto temos em lá estar. E quanto mais gosto tivermos em estar no nosso local de trabalho mais úteis nos tornaremos.

Como diz Jacob, é senso comum. No mesmo artigo o autor acrescenta:

Employees who enjoy and like the environments they are a part of will be more engaged, productive, happy, and healthy

Traduzindo, ele diz que os empregados que gostam de estar em ambientes do qual fazem parte vão estar mais envolvidos, produtivos, felizes e saudáveis.

Apesar de ainda existirem muitos escritórios que parecem cavernas, esta é uma tendência que parece vir para ficar. As novas gerações vêm com formas de estar diferentes, e os empresários e gestores não podem ignorar este facto. As pessoas querem sentir-se felizes, realizadas e com um propósito, e olham para casos como os escritórios da Google, querendo isso também para eles (ou pelo menos um pouco)

Claro que poucas são as empresas que têm capacidade para dar estas condições de trabalho aos seus empregados – menos ainda em Portugal – mas a filosofia que pretendemos transmitir é essa mesma – bem-estar, produtividade e felicidade.

Por isso mesmo é que queremos partilhar ideias daquelas que serão as tendências ou “best practices” para 2018, no que diz respeito aos espaços, mobiliário e design para escritórios.

design dinamico escritório

1 – Espaços Dinâmicos.

Este tipo de espaços aumentam a sua popularidade, agora que as empresas integram cada vez mais áreas de trabalho fléxiveis nos seus escritórios. Uma das principais características que os definem são as suas restrições minimalistas, onde os trabalhadores podem estar à vontade para trabalharem onde quiserem e como quiserem.

Neste tipo de espaços, o mobiliário do escritório pode ser facilmente movido e readaptado, o que se torna muito apelativo para os colaboradores que não têm de estar confinados aos seus postos de trabalho tradicionais. Por exemplo, pode ter sofás ou bancos onde os empregados possam trabalhar no seu computador portátil.

design biofilico de escritório

2 – Design Biofílico

Biofilía é definida como o amor à vida e à natureza, particularmente os elementos que a compõem. Este tipo de design utiliza a natureza como o seu pano de fundo, com padrões, formas e componentes que criam a estética e ambiente principal do escritório.

Estes espaços podem ser particularmente importantes nos centros empresariais das grandes cidades, ou grandes zonas industriais onde o acesso à natureza e a espaços verdes não é fácil ou imediato. Plantas, cores e padrões naturais que possam imitar o mundo exterior e trazê-lo para o interior do escritório.

tecnologia integrada escritório

3 – Integração Tecnológica

A tecnologia parece ser a força imparável que guia o mundo, e altera a forma como as pessoas e os negócios se comportam. Com um escritório tecnologicamente apto os empregados podem trabalhar mais rápido e de forma mais inteligente, ambas as coisas igualmente benéficas para as empresas.

Aqui o essencial é utilizar a tecnologia para ajudar os seus trabalhadores a abordar potenciais problemas de colaboração, comunicação, gestão de projectos ou outras àreas importantes. Por isso mesmo ao integrar a tecnologia no seu local de trabalho garante que inclui monitores para apresentações, capacidade para video-conferências, carregadores sem fios portáteis, smart boards, data sharing e outros componentes tecnológicos que possam acrescentar valor à sua empresa e aos seus trabalhadores.

Design Insprado em Casas

4 – Design Inspirado em Casas

O conceito de “Em Casa Fora de Casa” é um design que diz tudo por si. Se quiser que o seu escritório transmita uma sensação caseira, acrescente-lhe aspectos e pormenores caseiros no espaço de trabalho. Pode ter um bar, uma sala de jogos, uma área lounge, uma sala de TV ou qualquer outro aspecto que queira.

Será um espaço pouco convencional mas difícil vai ser tirar os seus empregados do escritório.

espaços inovadores escritório

5 – Áreas Inovadoras

Como referimos na introdução deste artigo, as gerações têm todas elas uma maneira de estar diferente. Os millenials enquanto grupo, já constituem uma grande parte da força de trabalho e têm uma clara propensão para o “out-of-the-box” e o não tradicional.

Aplicando esta forma de estar aos escritórios podemos dar exemplos como salas de colaboração com disposição tipo sala de estar,  salas de reuniões casuais não-tradicionais como por exemplo com puffs, salas para meditação para onde os empregados se possam retirar quando os problemas do trabalho os afligem etc.

É igualmente importante para esta geração que possam formar círculos sociais e para isso muito contribuem os open spaces, porque permitem que todas as pessoas se juntem e interajam tanto amigavelmente como profissionalmente.

espaço colaborativo escritório

6 – Espaços Colaborativos

Mais uma tendência conduzida pelos millenials. Empregados desta geração tendem a fugir das suas mesas e secretárias para escritório e a juntar-se em espaços comuns onde podem trocar ideias, ter sessões de brainstorming ou simplesmente encontros casuais. 

Eles preferem um design que incentive a colaboração, aprendizagem e uma cultura forte. As salas de reuniões também já não precisam de ser as tradicionais salas com portas de vidro fechadas a 7 chaves. É importante que estas áreas possam também ser adaptáveis – por exemplo, uma sala de reuniões que possa também funcionar como um recanto tranquilo.

Isto também permite uma melhor utilização do espaço.

espaços privados escritório

7 – Espaços de Trabalho Com Privacidade

Apesar do aumento de popularidade dos espaços dinâmicos e dos open spaces, existem ainda grandes motivos para manter as secretárias e os espaços privados junto com os dinâmicos. Estes espaços são especialmente importantes porque permite que os empregados trabalhem com o mínimo de distracções possíveis, e embora socializar seja cada vez mais um requisito, o trabalho tem de ser feito.

Porém também aqui podemos fugir do tradicional, e optar por divisórias mais ecológicas e com uma melhor fluídez.

escritório de marca

8 – Escritórios “Branded”

Não arranjando uma tradução de “branded” que faça sentido, todos sabemos o que é a “brand” (marca). Este conceito é baseado na ideia de que as marcas têm uma história para contar, e que incorporar essa história no edifício ou nos escritórios pode ajudar a partilhar a história e inspirar os trabalhadores ou a comunidade.

A arquitectura do seu escritório pode representar o início humilde da empresa. Os valores fundamentais da empresa podem expressar-se através de mobília, texturas, tecidos, cores ou outros elementos utilizados no ambiente de trabalho.

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Já repararam no quanto o mundo mudou nos últimos 10 anos?

Num mundo em que tudo é cada vez mais rápido, onde proliferam o valor dos menus e crescem as encomendas de comida online, como é que os restaurantes independentes vão convencer as pessoas a sentarem-se e comerem a refeição dentro do seu estabelecimento?

Claro que em Portugal há uma cultura de restaurante, aliada há boa comida, pode não parecer dramático. Mas ignorar as mudanças sociais, pode deixar os empresários da restauração um passo atrás. Exceptuando os anos de  crise que afectou transversalmente todos os sectores, a restauração tem tido uns anos bastante simpáticos, principalmente os conceitos de comida rápida e prática.

Com uma concorrência cada vez maior, e conceitos mais variados, será que a promessa de “boa comida, rápido” será suficiente? Na verdade, comida de qualidade e conveniência só levará os restaurantes até determinado ponto, enquanto que, um design interior único, ponderado e com propósito, será crucial para atrair os clientes para entrarem no estabelecimento

Mesmo que Portugal seja um país resistente a mudanças, nota-se um esforço dos empresários portugueses (principalmente os mais jovens) em acompanhar os tempos modernos e as mudanças sociais ocorridas. Daí nasceram conceitos como os espaços de brunch, as novas tascas e o gourmet. Mesmo os restaurantes tradicionais, têm o seu espaço, mas devem manter-se atentos às tendências e disponíveis para adaptar conceitos, porque tudo muda cada vez mais rápido.

Por isso deixamos aqui aquelas que podem ser as tendências de design para restaurantes que se querem destacar em 2018

  1. Minimaista Mas Significativo
  2. Wallpapers Com Pormenores Únicos
  3. Mais Cor
  4. Madeiras “Quentes”
  5. Disposições Multi-Usos de Assentos

1 – Minimalista Mas Com Significado

O design minimalista tem decididamente o seu espaço nesta área, mais ainda em estabelecimentos pequenos e um menu focado, a comida pode e deve falar por si. Ainda que o design minimalista possa parecer um pouco frio e distante para os clientes, acreditamos também que em 2018 pode trazer uma lufada de ar fresco num mercado que está a atingir o ponto de saturação em interiores sobrecarregados.

mobiliário para restauração

Mas para contrariar a frieza de um espaço minimalista, deve apostar-se nos detalhes. Enquanto que os menus se tornam mais coloridos, e os espaços mais compactos (mas menos confusos), todos os detalhes são importantes. Desde uma iluminação personalizada às mesas e cadeiras do restaurante, e o espaço em geral personalizado em que todos os cantos contem uma história – a geração milenial gosta cada vez menos de espaços com aspecto barato (mesmo que sejam).

2 – Pormenores Únicos Com Wallpaper

No instagram a tendência já se fez notar em residências. Escolhas ousadas e gráficas de papel de parede que sobressaiam na área da casa. E nos EUA já existem restaurantes como o Leo’s Oyster Bar que arriscaram nesse conceito e saíram a ganhar pelo “statement” e coragem.

Porque na verdade o papel de parede tende a ser uma forma acessível de criar drama e estilo a uma parede vazia. No entanto, o segredo para sobressair será em criar designs únicos e personalizados para o restaurante. Promete ser uma tendência para 2018, vamos ver se em Portugal tem sucesso.

3 – Mais Cores

Apesar da Heinz Ketchup ter falhado na sua tentativa de ter um ketchup colorido em 2000 (estavam 17 anos à frente do seu tempo) parece que a moda conhecida como “comida unicórnio” veio para ficar e continua a crescer, ao ponto de até a Starbucks já ter o seu “Frappucino Unicórnio”.

Se a Starbucks já a adoptou é porque promete e cria uma oportunidade para os empresários no sector da restauração se destacarem da concorrência. Para além disso, é uma excelente forma de ganhar tracção nas redes sociais e uma tendência a explorar. E restaurantes que queiram correr o risco podem abraçar as cores e apelar ao desejo do público mais jovem por um design mais holístico e menos “cheesy”.

Dar pormenores ousados de cor nas cadeiras, bases de mesa, paredes, ou até nos azulejos do chão, e combiná-los com tons neutros como o pastel, pode fazer o seu estabelecimento sobressair.

cadeiras para restaurante

4 – Madeiras Quentes

Restaurantes carregados com detalhes de madeira parece ser a resposta do mundo para “acolhedor” e também em Portugal se começa a ver cada vez mais. Na verdade, madeira autêntica recuperada é cara e pode ser difícil de encontrar, mas parece que também veio para ficar.

Contudo, em 2018 os restaurantes que se queiram destacar nessa área poderão procurar outro tipos de madeiras, com cores e texturas diferentes, procurando criar um equilíbrio entre as cores e as texturas sem correr o risco de tornar o espaço muito pesado.

5 – Disposições de Assentos Não Tradicionais

É um facto que temos de encarar. No que diz respeito ao design, o demasiado tradicional é chato e serve cada vez menos os nossos tempos. Em 2018 o conforto vai ser rei e vamos ver os restaurantes a terem uma abordagem mais multi-usos dos seus layouts de assentos, principalmente nos espaços casuais de refeição.

E é fácil de fazê-lo, basta adicionar sofás, cadeiras estofadas, e mesas mais baixas para separar os espaços. As pessoas querem experiências, opções e conforto. Utilizar uma atmosfera multi-usos ajuda a dar-lhes tudo isso.

 

mobiliário para escritório

Nem sempre é fácil termos um bom orçamento para um escritório espaçoso. Com uma área pequena precisamos ser mais criativos na hora de mobilar um escritório pequeno. Existem algumas dicas que podem facilitar bastante esta tarefa.

Ter um espaço pequeno não implica ter uma má decoração e um mobiliário para escritório pouco funcional. Acredite que o conforto e uma boa decoração no espaço irão cativar os seus clientes na hora de negociar consigo. Se tudo for feito com bom gosto e conhecimento o tamanho do escritório acabará por ser irrelevante.

Como mobilar um escritório pequeno com bom gosto tornando-o funcional?

  • Tirar medidas de todo o espaço para fazer uma boa escolha na altura de comprar o mobiliário para o escritório.
  • Todos os móveis escolhidos devem permitir uma boa arrumação sem precisarem de ter um tamanho monstruoso.
  • A secretária deve ser escolhida com o tamanho correto para aquele espaço e deve ser o foco principal. Posicione esta sempre numa zona central do espaço.
  • Não abuse nos objetos decorativos.
  • Escolha poucos pormenores decorativos uteis e belos.
  • Uma boa iluminação é essencial num escritório. Se tiver iluminação exterior é óptimo, mas caso não tenha compre iluminação de amplo foco. Este tipo de iluminação para além de iluminar melhor o espaço irá fazer parecer este maior.
  • Se tiver espaço para ter um sofá ou poltronas, estes devem estar aproximados a uma parede. Assim permite uma boa circulação no espaço.
  • No caso de ter uma impressora não compre uma mesa apenas para coloca-la. Uma impressora cabe perfeitamente numa secretária. Não compra demasiados móveis, opte por aquilo que é apenas essencial ao espaço. Este tipo de decisão permite-nos investir mais e melhor no mobiliário para escritório.
  • Utilize pequenos adornos decorativos sobre a sua mesa, desta forma terá um melhor ambiente corporativo.
  • Utilize cores tradicionais no mobiliário para escritório, mas com um design mais contemporâneo.

Deixamos aqui alguns exemplos de escritórios pequenos bem decorados e funcionais:

como decorar um escritório pequeno

decorar escritório

mobília de escritório

mobiliário para escritório

Use as nossas dicas e verá que será muito mais fácil mobiliar e decorar o seu pequeno escritório.

Neste video veja mais 10 ideias para decorar um escritório pequeno em sua casa:

mobiliário para restauração

Quando o assunto é “comer” os portugueses não brincam em serviço.

Um dos sectores mais afectados pela crise financeira foi precisamente o sector da restauração, mas assim que as coisas começaram a mudar de rumo foram também dos primeiros a receber o dinheiro extra dos portugueses. É um facto, os portugueses quando têm dinheiro no bolso gostam de comer fora, e Portugal tem dos melhores restaurante para o fazer.

Já pensaram bem? Uma gastronomia incomparável, um bom clima e um dos países mais bonitos do Mundo. Com estas condições que é que não gosta de ir jantar fora?

Mas não é por isso que os empresários deste sector se devem desleixar nas suas escolhas. Não basta um bom prato ou um menu barato para o sucesso de um restaurante. A atenção ao detalhe e ao ambiente é cada vez mais importante. E aqui pesa também o design de interiores e a escolha do mobiliário para restauração. Referir isto nunca é demais.

Seja qual for o posicionamento do restaurante – mais barato, mais caro – deve ter sempre isso em conta. É o que fazem os restaurante gourmet de topo, que conseguem criar pratos de muita qualidade a um ambiente de excelência. E os seus clientes não se importam de pagar mais (por vezes muito mais) por isso. Porquê?

Porque o valor que esses restaurantes oferecem aos seus clientes não está só na comida, mas sim em toda a experiência. Como nós dissemos num tweet:

E de facto não são só os olhos que comem. Por exemplo:

Uma vez entrei num restaurante em Vila Real para jantar. Dizer que fiquei sentado 20 segundos é muito. Nem cheguei a pedir. Levantei-me e saí.

Porquê?

  1. O restaurante não era arejado e com a cozinha fazia um calor imenso.
  2. Cheirava a óleo e peixe frito 200x mais do limite aceitável.
  3. No tempo que estive sentado, nenhum dos funcionários demonstrou qualquer interesse.

A par disto todo o mobiliário daquele restaurante era aquilo a que já estamos habituados.

  • Não engana
  • Não inova
  • Não atrai

Como bom português, eu gosto de comer em restaurantes, e nunca saberei se ali comeria um dos melhores pratos da minha vida – mas parto do princípio que não – porque naquele estabelecimento nem me deu vontade de pedir.

Os olhos comem ainda antes de entrarem no restaurante, comem mal entram no restaurante, quando se sentam, quando falam com os empregados, quando recebem o prato, quando pagam e quando saem.

Pensar que os olhos do cliente alguma vez deixam de comer é um erro e é por isso que os empresários da restauração devem olhar para lá dos pratos e do atendimento. Tenham em atenção o ambiente, o design e a mobília.

Porque a cor de uma parede pode fazer a diferença, assim como uma mesa, uma cadeira ou até um acessório.

 

 

 

como mobilar restaurante

Ir a um restaurante deve ser uma experiência gastronómica.

Desde o momento em que entramos ao momento em que saímos, devemos deixar-nos levar pelo ambiente, pelo staff e pela comida, numa viagem única que se torne memorável ao ponto de lá querermos voltar e de recomendarmos essa mesma experiência a outras pessoas.

Uma restaurante nunca fará sucesso se não tiver em conta esses 3 componentes da experiência. E a verdade é que para abrir um novo restaurante implica que tenhamos imensas coisas em conta. A localização certa, o staff, a ementa, as receitas, a burocracia, o marketing e muito mais coisas.

No meio de tudo isto, por vezes a decoração pode parecer trivial. Mas na verdade não é.

É uma parte importante demais para a experiência do cliente para que não seja tida em consideração, mas também não é tarefa simples. Mesmo falando apenas das mesas e das cadeiras e ignorando tudo o resto – em prol do nosso argumento – são várias as questões que têm de ser levantadas para termos a certeza de que fizemos a escolha certa.

Coisas como:

  1. Preço
  2. Design
  3. Funcionalidade
  4. Constrangimentos Espaciais

São quatro parâmetros que exemplificam que, se queremos pender a balança para o lado do sucesso, há muito mais coisas em que pensar, e no que toca à mobília, não é pegar e levar.

Por isso deixamos 7 dicas a ter em conta para mobilar o seu estabelecimento.

1 – Escolha a Mobília a Condizer Com a Ementa

O seu restaurante conta uma história! Lembre-se que vai receber o seu cliente para uma experiência gastronómica, e como tal deve preparar todo um ambiente a condizer com as emoções que lhe pretende transmitir.

É o típico caso de “os olhos também comem” mesmo antes de terem entrado no seu estabelecimento. E se tiver isso em conta está a posicionar-se para o sucesso mesmo antes de abrir. Pode ter o melhor cozinheiro do Mundo, mas se a sua decoração disser o contrário vai ser muito mais difícil.

Por isso pense, que tipo de cliente quer? Que tipo de emoções lhe quer criar?

Um ambiente calmo e acolhedor? Uma atmosfera trendy e minimalista? Um espaço tradicional? Pense bem nisso e certifique-se de que a mobília está em harmonia com as suas intenções.

2 – FOQUE-SE NA FUNCIONALIDADE E NO CONFORTO

Claro que o design é importante para o sucesso de um restaurante, mas não é tudo. Enquanto estiver na fase de mobilar o seu restaurante nunca deve ignorar a funcionalidade do espaço.

Lembre-se que com regularidade vai ter de adaptar a disposição das mesas e das cadeiras de acordo com as necessidades dos seus clientes e por isso mesmo o design nunca deve estar acima da funcionalidade.

Quanto ao conforto também tem aqui um peso importante na decisão, principalmente se o seu restaurante incentivar a refeições longas. Nesse caso as cadeiras do restaurante devem ser pensadas de modo a beneficiar toda a experiência do cliente no seu espaço e no final da refeição, o conforto pode fazer uma grande diferença.

mobilar restaurante

3 – FACILITE A SUA PRÓPRIA VIDA

Como é que vê o seu espaço a longo prazo? Já pensou nos seus clientes, funcionalidade e conforto, mas agora é altura de ver quais são as melhores opções também para si.

Por exemplo, tem espaço suficiente para guardar as cadeiras, ou é um espaço pequeno? Faz sentido comprar cadeiras dobráveis? E que tipo de cadeiras vai querer? Com ou sem estofo? Porque se for com estofo talvez o melhor seja escolher um material fácil de limpar.

4 – ESCOLHA DISPOSIÇÕES DIFERENTES

Se tiver espaço suficiente pode ser interessante escolher áreas de disposição diferente para acolher diferentes tipos de clientes. Por exemplo, um lounge à entrada pode ser óptimo para quem apenas queira descontrair e beber um copo.

Diferentes tipos de mesas podem também ser pensados para diferentes tipos de clientes. Pode optar por mesas pequenas para receber casais e mesas maiores para receber grupos. Assim evitar andar a arrastar e juntar mesas pequenas para acolher grupos maiores.

5 – APOSTE NA DURABILIDADE

De certeza que a si também já lhe aconteceu ter aquele momento em que percebe que o barato sai caro.

E nós compreendemos a tentação das opções mais baratas, mas pense essas raramente são as apropriadas para uso profissional, e pode ver-se obrigado(a) a ter de trocá-las mais cedo do que esperaria.

Mesmo que seja um investimento maior, pense a longo prazo e opte por mobiliário de qualidade, duradouro e resistente, próprio para uso profissional.

6 – ORGANIZE O SEU ESPAÇO COM CUIDADO

Antes de tomar uma decisão final, trace primeiro um plano para organizar melhor a disposição do seu espaço. Pense nos momentos de muita afluência, como é que será a mobilidade entre a cozinha e a sala de refeições, entre as mesas, na entrada e no bar…?

Vai ser fácil para todos movimentarem-se, ou por causa da mobília vão andar uns contra os outros. Pense bem em todos os aspectos do espaço e facilite a vida para os seus clientes e empregados.

7 – O Pequeno Detalhe Que Faz Toda a Diferença: Borrachas

Já esteve num restaurante em que o barulho das cadeiras a serem arrastadas era constante? Pois é, um pequeno detalhe pode solucionar essa situação. Prenda borrachas aos pés das cadeiras e evite o barulho da fricção e riscos no chão do seu restaurante.

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